Algumas fotos da Expedição Deserto de Cristal, do CPC-UFRGS, à região de Patriot Hills (paralelo 80º S), no interior da Antártica.
Divulgação de notícias e temas tratados no Projeto de Conservação do Krill Antártico
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Deserto de Cristal
Algumas fotos da Expedição Deserto de Cristal, do CPC-UFRGS, à região de Patriot Hills (paralelo 80º S), no interior da Antártica.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Salvar baleias ameaçadas de extinção ajuda o sequestro de carbono no mar
Os pesquisadores atribuem essa quantidade de ferro nos excrementos de baleias ao seu principal alimento, o krill. A análise foi feita comparando o teor da substância em todo o crustáceo e a amostra do material genético do DNA das fezes, o que provou ser esse pequeno animal a fonte de ferro mais importante para as baleias. A partir desse estudo, é revelado mais um aspecto crucial para a conservação do krill Antártico.
Leia a notícia completa abaixo, copiada do site Ambiente Brasil:
Cocô de baleia ajuda a sequestrar carbono no mar
Salvar baleias ameaçadas de extinção pode aumentar a capacidade de armazenamento de carbono no oceano Antártico, segundo novo estudo sobre as fezes do mamífero. Os excrementos despejam enormes quantidades de ferro no mar, o que impulsiona o crescimento do fitoplâncton, sequestrador de carbono.
O autor da pesquisa, Stephen Nicol, da Divisão Antártica Australiana com sede em Kingston, na Tasmânia, encontrou grande quantidade de ferro no cocô das baleias. Ele considera que a caça comercial dos animais pode ter sido responsável pela diminuição de cerca de 12% de ferro na superfície do Antártico.
Estudos anteriores mostram que o ferro é crucial para a saúde do oceano porque o plâncton precisa dele para crescer. “Se você adicionar ferro solúvel no oceano, obtém o crescimento do fitoplâncton instantaneamente”, disse o pesquisador. A quantidade de ferro nas fezes significa que proteger as baleias da Antártida poderia inchar as populações de fitoplâncton, que absorvem o dióxido de carbono.
O krill antártico (Euphausia superba) – pequeno crustáceo – serve de alimento para os fitoplânctons, concentrando o ferro em seus tecidos. Por sua vez, as baleias se alimentam deles.
Rações de ferro – Uma pesquisa anterior levantou que as baleias reciclam o ferro do oceano se alimentando da substância encontrado no krill e, posteriormente, liberando-a nas fezes para os plânctons. Mas até este estudo, ninguém havia analisado o excremento dos mamíferos para constatar se eles continham significativa quantidade de ferro.
A equipe de Nicol analisou 27 amostras de quatro espécies de baleias e descobriu que nas fezes de um animal média existe 10 milhões de vezes mais ferro do que na água do mar da Antártida.
Os pesquisadores confirmaram que o ferro veio do krill, pela análise do teor da substância em todo o crustáceo e da amostra do material genético do DNA das fezes. “Nós confirmamos que a grande maioria do ferro no cocô veio do krill”, explicou o autor.
Comedores de Big Mac – Pelas estimativas da população de baleias no oceano Antártico antes da caça comercial que teve início no começo do século passado, Nicol levantou que os mamíferos – agora em perigo – consumiam cerca de 190 milhões de toneladas de krill todos os anos e produziam 7.600 toneladas de fezes ricas em ferro.
De acordo com o autor da pesquisa, populações maiores teriam produzido mais ferro, causando o aumento do número de fitoplânctons e krill.
“Proteger as baleias implica no lento recomeço do sistema”, disse ele. “E isso acabará por aumentar a quantidade de CO2 que o oceano Antártico pode sequestrar.”
David Raubenheimer, pesquisador de ecologia nutricional marinha da Universidade Massey, em Auckland, Nova Zelândia, afirmou que as descobertas são importantes e convincentes. “Elas destacam um papel ecológico específico para as baleias nos oceanos diferente do seu carisma.”
Peter Gill, ecologista da universidade de Deakin em Warrnambool, na Austrália, chama a pesquisa de “excitante”. “Muitas baleias foram retiradas dos mares antes que pudéssemos compreender a ecologia do oceano”, disse. “É emocionante quando podemos reconstruir o passado e percebemos que todas as peças se encaixam.” (Fonte: Folha Online)
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Pelos pinguins! Participe desse grande MOSAICO
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Tratado Antártico: 50 anos
Os 14 artigos do texto foram redigidos em espanhol, francês, inglês e russo, as línguas oficiais do Sistema do TA. Este Sistema é se desenvolve a partir das Reuniões Consultivas do TA e de 4 acordos fundamentais: as Medidas para a Conservação da Fauna e Flora Antárticas(AMCAFF), a Convenção para a Conservação das Focas Antárticas (CCAS), a Convenção para a Conservação de Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR) e o Protocolo de Proteção Ambiental para o Tratado da Antártica (Protocolo de Madrid).
Apesar do TA ter entrado em vigor em junho de 1961, o Brasil só aderiu ao mesmo em 16 de maio de 1975, tornando-se Membro Consultivo ao final de 1983.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
VI Simpósio em Ecologia: Interações entre a Antártica e a América do Sul no Ambiente Marinho (Antarctic-South American Interactions in the Marine Environment)
Inscrições com desconto vão até 10 de setembro.
O envio de resumos - na área do tema - poderá ser feito até 30 de setembro. Para submeter os resumos (até 3 por autor) o autor que irá apresentar deverá estar inscrito no evento. A ficha de inscrição e o comprovante de depósito bancário deverá ser enviado juntamente com o resumo.
As vagas são limitadas. Todos os inscritos irão receber certificado de participação com 16 horas de atividades.
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Invitation:
Dear colleagues
We are hereby pleased to announce the forthcoming VI Symposium in Ecology: "Antarctic-South American Interactions in the Marine Environment", to take place on November 5-6th 2009 at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ).
Note cheaper early registration fees are available to all participants until September 10th.
Abstracts on the theme can be submitted until September 30th according with instructions given. There is a limit of 3 submitted abstracts per author, who must be a registered participant.
The abstracts are to be submitted along with the filled registration form and receipt of bank deposit of the registration fee.
Please, forward this announcement to students, friends and colleagues.
Limited places!! All participants will receive a participation certificate worth 16 h of activities.
Attentiously,
Organizing Committee
VI Symposium on Ecology
